Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher: Senador Canedo destaca ações de proteção e acolhimento

No Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher, celebrado em 10 de outubro, município destaca serviços de acolhimento, acompanhamento e segurança para mulheres em situação de violência.

Neste sábado (10), Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher, a Prefeitura de Senador Canedo reforça a importância de reconhecer os sinais de violência e buscar ajuda. No município, o enfrentamento à violência contra a mulher conta com ações que envolvem segurança, assistência social, acolhimento e garantia de direitos.

Entre as iniciativas desenvolvidas está o Programa Mulher + Segura, realizado pela Prefeitura de Senador Canedo, por meio da Secretaria Municipal de Segurança Pública (SESP) realizado pela Guarda Civil Municipal de Senador Canedo em parceria com o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), a Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (SEMASC) e a Secretaria Municipal de Inovação Tecnológica (SITEC).

O programa oferece acompanhamento especializado às mulheres que possuem medidas protetivas de urgência e conta com um link que disponibiliza o botão do pânico. A ferramenta permite acionar imediatamente a Guarda Civil Municipal (GCM), enviando a localização da vítima em tempo real para agilizar o atendimento em situações de risco.

Além das ações de segurança, o município também oferece atendimento por meio do Centro Municipal de Referência em Direitos Humanos (CMRDH), localizado na GO-403, Km 9, Morada do Morro, ao lado da Defesa Civil., que conta com a Coordenação de Políticas para Mulheres. O espaço atende mulheres em situação de violência, oferecendo acolhimento, orientação sobre seus direitos e encaminhamento aos serviços da rede de proteção, conforme a necessidade de cada caso.

Outra iniciativa é o Cidadania Veste Bem, que disponibiliza roupas para doação, incluindo o atendimento a mulheres vítimas de violência. A ação contribui para oferecer apoio material às mulheres que precisam recomeçar, especialmente em momentos de vulnerabilidade. Outra iniciativa é o Cidadania Veste Bem, que disponibiliza roupas para doação, inclusive para mulheres vítimas de violência. A ação oferece apoio material a quem enfrenta situações de vulnerabilidade e precisa de ajuda para recomeçar. O serviço funciona no Centro Municipal de Referência em Direitos Humanos (CMRDH.

A atuação conjunta dos serviços municipais busca garantir que as mulheres tenham acesso não apenas à proteção em situações de risco, mas também ao acolhimento e ao suporte necessário para reconstruir suas vidas com mais segurança e autonomia.

A violência contra a mulher nem sempre deixa marcas visíveis. Ameaças, humilhações, controle financeiro, perseguições e tentativas de afastar a mulher de amigos e familiares também são sinais de alerta.

Frases como “Faço isso porque te amo”, “Ninguém vai te querer” ou “O dinheiro é meu” podem revelar comportamentos abusivos quando utilizadas para intimidar, controlar ou diminuir uma mulher.

Além da violência física, a Lei Maria da Penha reconhece as violências psicológica, sexual, moral e patrimonial. As agressões também podem acontecer no ambiente digital, por meio de ameaças, perseguições e divulgação de imagens íntimas sem consentimento.

Onde buscar ajuda – Em Senador Canedo, mulheres em situação de violência podem procurar os serviços municipais de acolhimento e orientação, como o Centro Municipal de Referência em Direitos Humanos, além dos órgãos de segurança pública.

Em situações de emergência, a Polícia Militar pode ser acionada pelo 190. Denúncias também podem ser feitas pelo 197, da Polícia Civil, ou pelo 180, Central de Atendimento à Mulher, que funciona gratuitamente, 24 horas por dia.

O Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher é um lembrete de que o enfrentamento à violência precisa acontecer todos os dias. Reconhecer os sinais, denunciar e garantir que as mulheres saibam onde encontrar apoio são passos fundamentais para interromper situações de violência.

Violência contra a mulher não é normal. Procure ajuda. Denuncie!

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